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M.Sobral Irrigação
M. Sobral Tratores e Màquinas
Perfuração de Poço

Piscinas
 
 
Clique abaixo e saiba mais...

* Calcule o volume de água da piscina

Para tratar uma piscina corretamente, é necessário saber primeiro o volume de água. Saiba como fazer o cálculo do volume da piscina, sendo ela retangular, quadrada ou oval na tabela abaixo.

Exemplo práticos para uma piscina redonda:

Se a sua piscina tem 2,00m de diâmetro e uma profundidade média de 2,50m então:

Volume de água = D x D x Multiplicador x PM = 2 x 2 x 0,785 x 2,5 = 7,85 m³ ou 7.850 litros

* Tabela de Seleção dos Filtros Dancor

* Tabela de Seleção dos Filtros Sodramar

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* Tabela de Seleção dos Filtros Jacuzzi

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* Como Tratar Sua Piscina :

PRIMEIRO TRATAMENTO:

Enchendo d'água pela primeira vez:

Ao encher a piscina pela primeira vez, devemos estar cientes que a água que estamos colocando não estará com o pH ideal para o mergulho. Normalmente, se a água que colocamos provém da rede (SABESP), em geral está com o pH alto, portanto, é preciso baixá-lo. Já no caso de a água ser proveniente de um poço, (muito comum em cidades do interior), é provável que ele esteja baixo.

2. Confira as tabelas de dosagens e cronograma de manutenção do dia a dia para uma piscina de litros
Processo Químico
SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM
Medir a Alcalinidade Total Medir uma vez ao mês
Medir o pH (7,0-7,4) Sim Sim
Clorar com hth® Cloro Granulado ou Pace® Sim Sim Sim
Medir o Cloro Livre Sim Sim Sim
Clarificar com hth® Maxfloc Sim
Acrescentar hth® Algicida Manutenção Sim
Decantar Quando necessário
Processo físico
SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM
Filtrar água Sim - 6 horas no mínimo por dia
Limpar o pré-filtro Sim
Retrolavar o pré-filtro Siga as instruções do fabricante
Aspirar/Peneirar Quando necessário
Escovar Quando necessário
Usar hth® Limpa-Bordas Quando necessário

Material básico:

Estojo de Testes
Cloro Granulado
Redutor de pH
Elevador de pH (barrilha)
Algicida de Manutenção
Algicida de Choque
Procedimento:

 

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* Como Tratar Sua Piscina :

 

Verifique o nível do pH com o estojo. Aumente ou diminua-o.

Coloque cloro granulado de acordo com o tamanho/volume de sua piscina (consulte a Tabela de Dosagens de Tratamento).

Vencida as duas primeiras etapas, se necessário, adicione HTH Maxfloc, e deixe filtrar por um período de 6 a 8 horas.

Utilize semanalmente HTH Algicida de Manutenção para evitar o aparecimento de algas.

Importante!

Nunca use produtos químicos sem saber a quantidade. Verifique sempre as quantidades recomendadas para a sua piscina!

-TABELA DE DOSAGEM

Utilize a tabela abaixo para orientar-se quanto às dosagens de Cloro Granulado e Algicida

Volume da piscina (litros) Verão Inverno
Cloro Granulado (gramas) Algicida de Manutenção (ml) Cloro Granulado (gramas) Algicida de Manutenção (ml)
Aplicar dia sim / dia não aplicar uma vez por semana aplicar uma vez por semana aplicar uma vez por semana
1.000 4 5 4 3
20.000 80 100 80 60
35.000 140 175 140 105
50.000 200 250 200 150
100.000 400 500 400 300

Importante!

Nunca use HTH Cloro Granulado e HTH Algicida no mesmo dia.

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Tratamento Inicial

A escolha do cloro

Somente a desinfecção com cloro pode garantir água saudável e sem risco para os banhistas. Como o cloro é apresentado sob diversas formas e cada uma delas tem suas características típicas de utilização, o primeiro passo é selecionar o tipo de cloro para realizar a desinfecção. A linha GENCO dispõe de vários tipos de cloro, sob diversas formas de apresentação, todos com alta concentração de cloro ativo, e certamente um deles atenderá suas necessidades. Identifique o mais adequado ao seu perfil e conveniência.

SEGUNDO PASSO

Início do Tratamento

1. Certifique-se de que todos os equipamentos estão funcionando perfeitamente, inclusive motobomba, filtros, coadeiras e aquecedores, e não permita que a pressão do filtro ultrapasse o limite recomendado pelo fabricante.

2. Utilizando o ESTOJO DE ANÁLISES GENCO ‘3 em 1’* ou a FITA TESTE GENCO ‘3 em 1’* , analise a alcalinidade total e o pH.

a) Se a alcalinidade total estiver fora da faixa recomendada para o tipo de cloro escolhido, utilize pH CERTO GENCO* para aumentá-la; se acima da faixa, use pH-MENOS GENCO Granulado* para baixá-la. Siga as instruções das embalagens.

b) pH abaixo de 7,2 deve ser corrigido com pH + MAIS GENCO* e superiores a 7,8, com pH- GENCO Granulado*, sempre conforme instruções da embalagem.

3. Analise a Dureza Cálcica com o ESTOJO DE ANÁLISES GENCO DC* e ajuste-a, se fora da faixa ideal (200 a 400 ppm). Cada 15g de GENCÁLCIO GENCO* aumenta a dureza cálcica em 10 ppm.

4. Retrolave o filtro. Acione a filtração.

5. Faça a oxidação de choque com TRATAMENTO SEMANAL GENCO*.

6. Se a piscina estiver exposta ao sol analise o residual de estabilizante de cloro STABILCLOR GENCO* e complete seu nível para 50 ppm.

7. Inicie a desinfecção com a aplicação do cloro escolhido, conforme suas instruções de uso e com a freqüência necessária para manter sempre presente na água o residual de 2 a 4 ppm de cloro livre.

* Manutenção Mensal

Para garantir o conforto e a tranquilidade dos banhistas nos dias quentes, é necessário manter a água da piscina limpa, balanceada e saudável. Veja a seguir como tratar a piscina de forma simples, eficaz e econômica.

A escolha do cloro

Somente a desinfecção com cloro pode garantir água saudável e sem risco para os banhistas. Como o cloro é apresentado sob diversas formas e cada uma delas tem suas características típicas de utilização, o primeiro passo é solucionar o tipo de cloro para realizar à desinfecção. A linha GENCO dispõe de vários tipos de cloro, sob diversas formas de apresentação, todos com alta concentração de cloro ativo, e certamente um deles atenderá suas necessidades. Identifique o mais adequado ao seu perfil e conveniência.

Início do Tratamento

1 – Certifique de que todos os equipamentos estão funcionando perfeitamente, inclusive motobomba, filtros, coadeiras e aquecedores, e não permita que a pressão do filtro ultrapasse o limite recomendado pelo fabricante.

Alcalinidade recomendada para águas de piscinas
Tipo de cloro Alcalinidade Total (Faixa Ideal)
POOL-TRAT cloro Granulado GENCO ou Gerador de Cloro GENCO 80 a 100 ppm
Cloro Estabilizado GENCLOR, Granulado ou Tabletes 100 a 120 ppm
Faixas recomendadas para pH e residual de cloro
Faixas recomendadas para o cloro e pH de piscina
Mínimo Ideal Máximo
pH 7,2 7,4 a 7,6 7,8
Residual de cloro livre 1 ppm 2 a 4 ppm 10 ppm

2 - Utilizando o ESTOJO DE ANÁLISES GENCO® - "3em1" ou a FITA TESTE GENCO® - "3em1" analise a alcalinidade total e o pH.

a) Se a alcalinidade total estiver fora da faixa recomendada para o tipo de cloro escolhido, utilize pH CERTO GENCO® Granulado* para aumentá-la; se acima da faixa, use pH-MENOS GENCO® Granulado* para baixá-la. Siga as instruções das embalagens.

b) pH abaixo de 7,2 deve ser corrigido com pH+MAIS GENCO®* e superiores a 7,8, com pH-MENOS GENCO® Granulado*, sempre conforme instruções da embalagem.

3- Analise a Dureza Cálcica com o ESTOJO DE ANÁLISES GENCO® - DC* e ajuste-a, se fora da faixa ideal (200 a 400 oom). Cada 15g de GENCÁLCIO GENCO®* aumenta a dureza cálcica em 10 ppm.

4 – Retrolave o filtro. Acione a filtração.

5 – Faça a oxidação de choque com o TRATAMENTO SEMANAL GENCO®*.

6 – Se a piscina estiver exposta ao sol analise o residual de estabilizante de cloro STABILCLOR GENCO®* e ajuste seu nível para 50 ppm, se necessário.

7 - Inicie a desinfecção com a aplicação do cloro escolhido, confome suas instruções de uso e com a freqüência necessária para manter sempre presente na água o residual de 2 a 4 ppm de cloro livre.

Manutenção

Diariamente

1 - Analise o pH e o residual de cloro com o ESTOJO DE ANÁLISES GENCO® - "3em1"* ou com a FITA TESTE "3em1" GENCO®* e ajuste-os se fora da faixa recomendada.

2 – Acione a filtração por 6 a 12 horas, ou conforme instruções do fabricante do filtro.

3 – Aspire sempre que houver sujeira depositada no fundo da piscina.

Semanalmente

1 – Analise a alcalinidade total e ajuste-a se fora da faixa recomendada.

2 – Faça a oxidação de choque com TRATAMENTO SEMANAL GENCO®* para eliminar cloraminas e outros materiais orgânicos que se acumularam no período.

Mensalmente

1 – Analise a dureza cálcica e, se não estiver utilizando um cloro estabilizado, também o residual de ESTABILIZANTE DE CLORO GENCO (para esta análise use o ESTOJO DE ANÁLISE GENCO STB). Ajuste os residuais se fora dos limites recomendados.

Quando Necessário

1 – Aspire o fundo e as paredes da piscina sempre que houver sujeira depositada.

2 – Aplique a oxidação de choque com TRATAMENTO SEMANAL GENCO®* quando a água apresentar-se turva e sem brilho, após chuvas intensas ou alta carga de banhistas, ou quando a água apresentar “cheiro forte de cloro”.

Uma piscina tratada segundo estas instruções se manterá limpa e saudável durante toda a temporada para proporcionar muita alegria e saúde para seus usuários.

*Antes de usar, leia com atenção as instruções da embalagem.

*1 Estas informações devem servir como sugestão de tratamento para piscinas residenciais.

Dicas

Nunca misture produtos químicos entre si, mesmo que sejam do mesmo tipo e marca, como cloro granulado com cloro líquido, ou o contrário, ou até com cloro em tabletes.

• Aprenda a nadar. Ensine as crianças a nadar o mais cedo possível.

• Sem tempo para tratar a piscina? Utilize GENCO TABLETES MULTIPLA AÇÃO “3em1” T-200, em cloradores flutuantes. É prático, por ser ao mesmo tempo: cloro estabilizado, clarificante e algistático.

• Nunca utilize copos, garrafas ou outros utensílios de vidro na área da piscina.
• Nade apenas com tempo claro ou em piscinas com iluminação, e procure abrigo coberto ao primeiro sinal de chuva ou tempestade.
• Cabelos longos devem estar presos e de preferência protegidos dentro de um touca. Não sendo possível, evitar aproximar-se de grelhas e bocais de aspriração.
• Não consuma bebidas alcoólicas antes de nadar. elas debilitam o bom-sendo, o equilíbrio e a coordenação do corpo; afeta o desempenho da prática da natação e do mergulho, além de reduzir a capacidade termo-reguladora do organismo.
• Nunca mergulhe em águas rasas ou de profundidade desconhecida.
• Adote a obrigatoriedade de banho de chuveiro antes de entrar na piscina. Isso reduzirá a introdução de bactérias e outros contaminantes na água.
• Aumente a duração do cloro na piscina! Em piscinas expostas a luz solar utilize cloro estabilizado.
• Melhore a performance da filtração em sua piscina e reduza a aspiração do fundo da piscina. Aplique GENFLOC TABLETE Clarificante e Auxiliar de Filtração GENCO no cesto de pré-filtro ou na coadeira.
• Para desinfetar, ou seja, eliminar contaminantes de trajes de banho, toalhas, acessórios, bóias, superfícies de saunas, cadeiras, pisos etc. utilize GENPOOL Algicida e Algistático GENCO. Além de algicida e algistático age também como um poderoso desinfetante.

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* Cloro - Saiba como escolher

Chegou a hora de clorar sua piscina. Você sabe - ou ouviu dizer - que a água precisa ser clorada para matar os microorganismos que causam doenças.

Tudo bem, mas e todo esse palavrório de ´cloro orgânico`, ´cloro inorgânico`, ´cloro estabilizado` o que quer dizer? É preciso fazer um curso de Química para entender tudo isso?

Claro que não! Primeiro, vamos separar o que é jargão puramente publicitário, que não quer dizer nada, daquilo que significa uma diferença técnica real:

Cloro atômico

É um elemento químico (Cl) da família dos halogênios. Nunca é encontrado em estado livre na natureza, mas sim combinado com átomos do mesmo (Cl2) ou de outros elementos, formando substâncias químicas como NaCl (cloreto de sódio), KCl (cloreto de potássio) etc. Na forma de cloreto, o cloro forma sais e não tem nenhum poder desinfetante.

Cloro molecular (ou cloro gás)

O cloro na sua forma gasosa (Cl2) foi descoberto em 1774 por Karl W. Scheele, químico sueco, quando aqueceu óxido de manganês em ácido clorídrico. Durante algum tempo ele foi conhecido como “gás de Scheele”, deu muito trabalho a grandes químicos como Bertholet, Lavoisier, Gay-Lussac, Berzelius, Therrard, quanto à sua composição, até que em 1810, Davy comprovou que se tratava de uma substância formada por um único elemento químico, o mesmo que no ácido clorídrico estava combinado com o Hidrogênio (HCl). Davy propôs o nome de cloro, a partir do grego (verde, verde amarelado ou amarelo esverdeado) que descrevia a cor do gás

Scheele já observara que o gás cloro era solúvel em água, que tinha um efeito branqueador permanente em papel, vegetais, flores e que reagia com metais e óxidos metálicos.

Essas foram as aplicações do produto até o início do século XX quando passou a ser utilizado também para desinfecção de água potável. O cloro (gás), em reação com a água, produz o ácido hipocloroso - o verdadeiro oxidante e desinfetante, conforme a reação:

Quimicamente, esta é a substância química cloro, uma molécula formada por dois átomos de Cloro (Cl - Cl), da mesma forma que temos a substância química oxigênio (O2), formada por dois átomos de Oxigênio ( O = O) e, ainda, o hidrogênio (H2 ou H - H).

Posteriormente, descobriram-se ou desenvolveram-se outras substâncias que podiam reagir com a água e também dar origem ao mesmo ácido hipocloroso que o cloro gás produz. Essas substâncias passaram a ser chamadas, impropriamente, de "cloro líquido", "cloro em pó", "cloro granulado", pois tinham a capacidade de substituir o cloro gás em seus diversos usos. Isso explica porque, embora só o Cl2 (gás) seja o verdadeiro cloro, outros produtos que dão origem ao ácido hipocloroso em reação com a água são comumente conhecidos no comércio como "cloros".

Cloro orgânico ou inorgânico?

A Química divide as substâncias em inorgânicas, aquelas que são formadas por elementos do reino mineral, como compostos de ferro, zinco, manganês (como óxidos, sulfatos, carbonatos), e as orgânicas, formadas pela combinação de carbono com hidrogênio, nitrogênio, enxofre e fósforo, que, acreditava-se no passado, eram exclusivas dos seres vivos (isto é, formavam as células dos órgãos de animais e vegetais). Exemplos de produtos orgânicos: álcool, amônia, ácido acético, acetona, éter.

Sob este aspecto da Química classificaríamos o cloro gás, o hipoclorito de sódio e o hipoclorito de cálcio como cloros inorgânicos e o dicloro (dicloro isocianurato de sódio) e tricloro (tricloro-s-triazina-triona) como cloros orgânicos, o que, por si só, não quer dizer nada, isto é, continuam reagindo como cloro na formação do ácido hipocloroso e nada mais.

Aqui parece-nos que a principal idéia por trás desta classificação se prende mais ao apelo parasitário de marketing, isto é, ´pegar carona` na onda do produto orgânico, tão em voga atualmente (agricultura orgânica, medicamentos naturais - orgânicos), ou na onda verde (ecologicamente correto), o que, na verdade, está mais para propaganda enganosa, já que estamos falando de cloro, que, apesar de desinfetar a água, preservar a saúde e salvar vidas, sob qualquer ponto de vista, é um produto químico oxidante e perigoso.

Cloro estabilizado ou comum?

Agora a coisa muda de figura. Cloro estabilizado tem um significado importante porque descreve o produto que libera, em reação com a água, o desinfetante ácido hipocloroso (HOCl), e também o ácido isocianúrico, um estabilizante do cloro, propriedade que os `cloros´ comuns não têm.

A importância da estabilização?

A água de uma piscina pode perder mais de 90% de todo seu residual de cloro em apenas 3 horas de sol. Isso quer dizer que você pode colocar cloro comum em sua piscina achando que ela vai permanecer protegida contra contaminações e depois de algumas horas ela (e todos seus usuários) estará desprotegida.

+ HOCl --------> CLORO ESTABILIZADO

Quando o estabilizante de cloro (ácido isocianúrico ou tri-hidroxi-s-triazina) está presente - com apenas 50 partes por milhão - numa água exposta ao sol, a decomposição do residual de cloro livre causada pela luz ultravioleta do sol é reduzida em 70% ou mais.

Por isso faz sentido estabilizar a piscina com o estabilizante de cloro no início do tratamento (com 50 ppm) e utilizar um cloro estabilizado para fazer a cloração diária.

Desta forma a reposição do estabilizante na água - perdido junto com a água de retrolavagens, transbordamentos, carregada no corpo por banhistas - é feita automáticamente e a estabilização mantida por todo tempo. Além da segurança sanitária de manter a presença do cloro na água o dia todo, utilizando cloros estabilizados você terá economia de cloro, de corretivos para equilibrar o pH e a alcalinidade e da mão de obra envolvida.

Veja a Tabela I, com o quadro comparativo de consumo de cloro em testes que foram realizados com diversos produtos, que revela quanto você gastaria, em média, para manter a presença de cloro na água o tempo todo com cada um deles:

Tabela I

*1) Baseado em estudo(California Field Test Program) realizado pelo período de 6 meses em 46 piscinas (temporada de verão de 1973), onde o objetivo era manter resídual de cloro na faixa de 1 a 1,5 ppm e determinar o consumo médio de cada classe de produto. Valores indicados são as médias obtidas (9 piscinas residencias, 5 coletivas públicas e 32 coletivas privativas). Conheça os cloros estabilizados e suas principais características

(*2)GENCLOR - Cloro Estabilizado GENCO® Granulado é 100% dicloro isocianurato de sódio, sem misturas ou subprodutos.
• Concentrado - 60% de cloro ativo - suas dosagens são menores.
• 100% ativo - composto somente de cloro e estabilizante de cloro - nada se perde.

IMAGEM
dicloro isocianurato de sódio água acido hipocloroso sal de ácido cianúrico (estabilizante de cloro)

• Contém seu próprio estabilizante contra a luz solar - mantém a água clorada o dia inteiro, com apenas uma aplicação diária, e a piscina permanece sempre estabilizada.
• 100% solúvel - não contém resíduos insolúveis de qualquer espécie.
• Solubilidade rápida, sem resíduos que possam turvar a água ou sobrecarregar o filtro - produz soluções transparentes e límpidas. Ideal para cloração diária ou a cada 2 dias em piscinas residenciais.
• Baixo consumo: em geral 2 gramas por metro cúbico por dia no verão, em piscinas residenciais estabilizadas (veja a Tabela I).
• Fácil manuseio e aplicação.
• pH quase neutro (+ 6 ) - causa pouco impacto no pH.
• Pode ser armazenado por longo tempo sem perda apreciável de sua concentração de cloro.
• Validade de 1 ano após data de fabricação.

(3)O Cloro Estabilizado GENCO® Tabletes é 100% tricloro-s-triazina-triona, ou ácido tricloro-isocianúrico sem misturas ou subprodutos.
• Concentrado - 90% de cloro ativo – as dosagens necessárias são menores.
• 100% ativo - composto somente de cloro e estabilizante de cloro - nada se perde.

IMAGEM
tricloro-s-triazina triona (água) acido hipocloroso ácido cianúrico (ou ácido tricloro isocianúrico) (estabilizante de cloro)
• Contém seu próprio estabilizante contra a luz solar - mantém a água clorada o tempo todo, por vários dias com apenas uma aplicação(*4,5), e a piscina permanece sempre estabilizada.
• 100% solúvel - não contém resíduos insolúveis de qualquer espécie.
• Solubilidade lenta e controlada própria para uso nos Cloradores GENCO(*4,5) em cloração contínua automática por semanas ou até meses com uma única aplicação.
• Baixo consumo: em geral 1,5 grama por metro cúbico por dia no verão, em piscinas residenciais estabilizadas (veja a Tabela I).
• Fácil manuseio e aplicação(*4,5).
• Pode ser armazenado por longo tempo sem perda apreciável de sua concentração de cloro.
• Validade de 1 ano após data de fabricação.

A Cloração contínua automática - outra vantagem do cloro estabilizado em tablete

As propriedades físico-químicas dos tabletes de cloro estabilizado permitem sua utilização em cloradores mecânicos automáticos, sem qualquer uso de energia elétrica, para clorar piscinas de duas formas interessantes:

Cloradores flutuantes

Os tabletes são colocados dentro do clorador e o mesmo é posto para flutuar na piscina. A água penetra em seu interior pelos orifícios submersos, dissolve lentamente os tabletes de cloro e difunde sua solução por toda a piscina, num processo continuamente renovado que a mantém clorada o tempo todo. Os banhistas ficam protegidos do contato com o cloro porque a câmara que contém os tabletes é toda fechada em sua parte aérea.

Conforme o modelo de clorador flutuante é possível obter-se de 1 semana a até meses de cloração contínua automática com apenas uma carga de tabletes de cloro estabilizado em piscinas residenciais com até 100.000 litros de água.

IMAGEM
Clorador Flutuante GENCO® Modelo III (capacidade para 1Kg de tabletes Clorador Flutuante GENCO® Modelo III (capacidade para 1Kg de tabletes)

Dosadores de cloro em linha

Os dosadores em linha são instalados como parte da tubulação por onde a água circula antes de retornar para a piscina, após o filtro (e aquecedor, se houver), longe dos olhos e alcance dos banhistas. Os tabletes são alimentados no clorador, que em seguida é fechado por uma tampa, e, quando a motobomba é ligada, a água, circulando em seu interior, vai dissolvendo lentamente os tabletes e voltando clorada para a piscina. A continuidade do processo mantém toda a piscina clorada automaticamente.

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Dosador GENCO® Modelo T 02 (capacidade de 2,2kg de tabletes) Dosador GENCO® Modelo T 03 (capacidade de 6 kg de tabletes)

Os dosadores em linha são adequados para cloração de piscinas tanto residenciais como coletivas com até 1.000.000 de litros, mas também múltiplas unidades podem ser combinadas para clorar piscinas ainda maiores.

Controle da cloração

Qualquer que seja o tipo de aplicação do cloro, manual ou automático, o controle da cloração precisa ser diário. Deve-se fazer análise diária da água, ou até de hora em hora em piscinas coletivas muito utilizadas, e tomar as medidas corretivas sempre que necessárias para manter o residual de cloro livre sempre entre 2 e 4 ppm. Essas medidas podem ser: adicionar mais cloro imediatamente; aumentar a dosagem na próxima adição; regular o clorador para liberar quantidade maior de cloro ou aumentar a dosagem na próxima recarga do clorador.

Quanto a mais custa o cloro estabilizado?

Por incrível que pareça, o cloro estabilizado granulado hoje em dia custa praticamente o mesmo preço que o cloro granulado não estabilizado. Quer dizer que, fazendo-se a conta quilo por quilo, o cloro estabilizado é sempre mais econômico do que o cloro comum. Consulte a diferença no seu revendedor de produtos para piscinas.Enfim, como você pode ver, os cloros estabilizados, pela economia, segurança e sistemas de dosagem que oferecem, constituem-se atualmente na opção mais moderna e inteligente para cloração de águas de piscinas.

• Ameaças ao poder desinfetante do cloro

Microorganismos mortos somam-se às impurezas químicas (orgânicas) já mencionadas; e esse conjunto, se acumulado na água, passa a lhe transmitir aspecto desagradável como viscosidade, opacidade, e a atrapalhar o processo de desinfecção, servindo de alimento para novos microorganismos. Outras impurezas químicas, aquelas que contêm nitrogênio de origem amoniacal (orgânico ou inorgânico), como suor, urina, aminoácidos, sais de amônio, entre outros, reagem com o cloro livre, consumindo-o, e dando formação ao cloro combinado, que, para efeitos práticos, não tem poder desinfetante em águas de piscinas. Porém, o cloro combinado, também chamado de cloramina, tem cheiro forte “de cloro”, é irritante aos olhos e mucosas dos usuários e, em geral, é interpretado pelos banhistas como “excesso de cloro na água”. É aqui que se forma a grande confusão: cloro livre não tem cheiro, mesmo em residuais de 20 ppm; cloro combinado exala cheiro forte e irritante a partir de 0,1 ou 0,2 ppm. Não há possibilidade de impedir a formação de cloro combinado, porque a manutenção de residual de cloro livre é necessária e obrigatória; o uso da água por banhistas – que contribuem com a maior parte do material amoniacal – é o objetivo e finalidade da piscina; mesmo sem uso, a água recebe continuamente outros contaminantes através do ar, ventos, chuvas e da água de reposição.

Métodos Alternativos
O processo de cloração da água para livrá-la de microorganismos nocivos (desinfecção) e materiais orgânicos (oxidação) já completou mais de 100 anos e foi incluído, numa lista elaborada pela revista Life e a Organização Mundial de Saúde, como uma das invenções mais importantes do segundo milênio (anos de 1.001 a 2.000).

O mercado de piscinas muito provavelmente deve o seu grande desenvolvimento à existência da cloração, pois sem sua proteção esses volumes de água representariam séria ameaça às coletividades onde estivessem instalados. Certamente que outros produtos poderiam ser utilizados no lugar do cloro, mas é exatamente isso, outros produtos, não apenas um que o substituísse em todas suas atividades; mesmo assim, seriam utilizados em dosagens extraordinariamente altas, de forma que o custo de manter água limpa e saudável seria muitas vezes superior àquele propiciado pelo cloro, isto é, a piscina seria um artigo de altíssimo luxo, feita para pouquíssimas pessoas. Conclusão, o mercado não teria se tornado tão pujante e desenvolvido como é hoje, em termos globais.

Como o cloro domina todo o mercado mundial de tratamento de águas é natural que surjam a todo tempo produtos e inovações tentando abocanhar uma fatia desse potencial. Mas, em 100 anos, nenhuma das alternativas apresentada conseguiu substituí-lo . lgumas podem reduzir seu consumo, o nível de seu residual, mas nenhuma o elimina inteiramente.

Não porque o cloro seja perfeito. Ele tem suas insuficiências. Só que todas elas são bem conhecidas e sobejamente estudadas e para superá-las foram desenvolvidos processos e ou alternativas que continuam mantendo o cloro como o produto imbatível para o tratamento primário de águas para fins potáveis, recreacionais e industriais.

Mas, afinal, por que o cloro é imbatível? Eis algumas razões:

1. Elevado poder germicida que elimina a maioria dos tipos de microorganismos patogênicos.

2. Elevado poder oxidante que elimina os resíduos dos microorganismos mortos.

3. Propriedade de deixar residual capaz de manter a higienização da água após o tratamento, impedindo a reinfecção.

4. Eficiência em baixos residuais.

5. Baixa toxicidade nas concentrações recomendadas de uso. 6. Capacidade de reação com compostos sulfurados e nitrogenados, omo sulfeto de hidrogênio e amônia provenientes de resíduos orgânicos e que conferem à água sabor e odor desagradáveis..

7. Facilidade de análise e controle em campo.

8. Baixo custo. 10. Longa experiência adquirida (mais de um século de história e utilização) no tratamento de águas potável, recreacionais e industriais.

Você vai ler ou ouvir dizerem que “este” ou “aquele” produto é superior ao cloro em algum desses tópicos. Pode ser verdade. Mas nenhum produto reúne todas essas características ao mesmo tempo.

Apresentaremos a seguir um resumo dos `cloros´ e `alternativas´ com os devidos comentários.

CLOROS

O cloro é um gás. Este é o verdadeiro cloro. É utilizado em grandes instalações de tratamento de água e constitui-se o padrão para medir a concentração dos produtos liberadores de cloro, sendo considerado como 100% de cloro ativo. Os produtos a seguir são impropriamente chamados de cloro porque em reação com a água formam o mesmo ácido hipocloroso que o cloro gás em reação com a água (o ácido hipocloroso é o verdadeiro desinfetante/oxidante).

Cloro líquido – ou hipoclorito de sódio

É uma solução que contém cerca de 10% de cloro ativo. É uma forma de baixo custo, porém de alta instabilidade, pois decompõe-se facilmente e perde seu teor de cloro muito rapidamente.

Cloro Granulado

Há no mercado brasileiro duas apresentações importantes de cloro granulado:

a) o hipoclorito de cálcio (cloro não estabilizado) – que contém 65% de cloro ativo, mas cujo residual não tem estabilidade frenteà luz solar (que destrói o ácido hipocloroso gerado, uma das fraquezas do cloro);

b) o dicloro-isocianurato de sódio (cloro estabilizado) – que contém 60% de cloro ativo, mas cujo residual resiste aos raios solares e mantém-se na água por mais tempo.

Cloro em Tabletes – ou tricloro-s-triazina triona

Contém até 90% de cloro ativo, de dissolução lenta, para cloração contínua e automática dentro de dosadores apropriados. Também é estabilizado contra a perda de residual pela luz solar.

Gerador de cloro – Também conhecido impropriamente como Salinização

Aparelho elétrico/eletrônico que produz o gás cloro diretamente na água da piscina a partir de sal (cloreto de sódio).

Saiba mais em www.aquablue.com.br.

OZONIZADOR

Aparelho eletrico/eletrônico que produz ozônio (O3) a partir de oxigênio. Poderoso oxidante, que elimina cloraminas e outros materiais orgânicos. Muito utilizado no lugar do cloro para oxidação de águas que contenham altos teores de precursores de THM (ácidos húmicos, fúlvicos, clorofórmio, etc). THM (tri-halo-metanos) são compostos sabidamente cancerígenos formados pela reação dos halogênios (como o cloro) com os precursores de THM já mencionados.

O ozônio em piscinas não pode ser utilizado como desinfetante, primeiramente porque sua ação oxidante, mesmo que elimine microorganismos, só ocorre no ponto de contato (local da adição), não deixando residual desinfetante para atuar no tanque da piscina, devido à sua curta existência (alta reatividade); se esse residual persistir terá de ser destruído por algum meio, pois o ozônio é altamente tóxico e o seu residual máximo permitido no ar, acima da superfície da água, é de 0,1ppm.

Não elimina o uso de cloro para manter residual desinfetante no tanque da piscina.

IONIZADOR

Aparelho elétrico/eletrônico que produz íons de cobre (algicida) e prata (germicida) na água da piscina. Embora os íons liberados sejam levados para todo o tanque da piscina e não se decomponham pela luz solar, nenhum desses produtos é oxidante e portanto não eliminam a cloração para oxidar os materiais orgânicos. Ademais, a ionização não é aceita como desinfetante primário pelas autoridades sanitárias dos principais países (notadamente E.U.A., Canadá, Austrália) e sim admitido como tratamento auxiliar (secundário) ao cloro.

LUZ ULTRA VIOLETA

Aparelho elétrico/eletrônico que emite radiação ultra-violeta dentro de uma câmara isolada, num ponto da tubulação, por onde a água passa em seu retorno para a piscina. É sabido que a radiação ultra-violeta destrói vírus, bactérias e fungos, tanto no ar, como em líquidos e sobre superfícies. Mas, ainda assim, tudo isso ocorre somente no ponto de contato e a água do tanque da piscina precisa de residual desinfetante e oxidante, isto é, de cloro.

BIGUANIDA POLIMERICA( PHMB OU POLI-HEXAMETILENO BIGUANIDA)

É o único tratamento químico aprovado por autoridades sanitárias que se pode ser chamado “sem cloro”. Aliás é incompatível com cloro. Trata-se de um desinfetante que é colocado na água, em altos residuais (30-50ppm), e que necessita de oxidação rotineira para eliminar os microorganismos mortos. Só que essa oxidação não pode ser feita com cloro e sim com água oxigenada (peróxido de hidrogênio), um oxidante de eficácia bem menor que a do cloro.

Uma simples análise das tabelas a seguir, demonstra-nos que o cloro não pode ser substituído e vai continuar reinando como o produto mais eficaz, mais econômico e mais largamente empregado para tratar águas em geral, especialmente as de piscinas, por muitos e muitos anos.

A seguir apresentamos os principais desinfetantes e oxidantes aceitos pelas normas americanas (ANSI – American National Standard Institute), seus níveis recomendados e comentários pertinentes:

NSPI/APSP – PARÂMETROS OPERACIONAIS SUGERIDOS PARA PISCINAS

A. Desinfetantes

Cloro Livre, ppm
ANSI/NSPI Standard*1 Mínimo Ideal Máximo Água aquecida/uso intenso, pode requerer operação nos níveis máximos.
Recomenda-se oxidação freqüente
NSPI-1
NSPI-4
NSPI-5 1,0 2,0 – 4,0 10,0

Cloro Combinado, ppm
NSPI-1
NSPI-4
NSPI-5 1,0 0 10,0 Alto teor de cloro combinado resulta em redução da eficácia da desinfecção. Outros sinais de cloro combinado: odor forte de cloro e irritação dos olhos e da pele.

PHMB (polihexametileno biguanida), ppm
Todas as instalações 30 30,0 - 50,0 50 Certas classes de produtos ou processos de tratamento são incompatíveis com a PHMB, como
- cloro e outros halogênios, -algicidas à base de cobre - ionizadores de cobre/prata Recomenda-se oxidação frequente.

B. Oxidação

Com Cloro
ANSI/NSPI Standard*1 Mínimo Ideal Máximo Algumas piscinas podem requerer oxidação diversas vezes por semana. A oxidação regular é recomendada para prevenir o acúmulo de contaminantes, maximizar a eficiência do desinfetante, minimizar o teor de cloro combinado e melhorar a transparência da água. O cloro não deve ser utilizado para oxidar piscinas desinfetadas com PHMB.
NSPI-1
NSPI-4
NSPI-5
Conforme necessário Semanalmente Determinado pela carga de banhistas, condições meteorológicas, etc.

Cloro Combinado, ppm
Todas as instalações Mensalmente Conforme necessário 10,0 O Peróxido de Hidrogênio deve ser utilizado somente com desinfetantes à base de PHMB. Nunca deve ser utilizado em piscinas que utilizam cloro.

C. OZÔNIO, ppm

Com Cloro
ANSI/NSPI Standard*1 Mínimo Ideal Máximo Algumas piscinas podem requerer oxidação diversas vezes por semana. A oxidação regular é recomendada para prevenir o acúmulo de contaminantes, maximizar a eficiência do desinfetante, minimizar o teor de cloro combinado e melhorar a transparência da água. O cloro não deve ser utilizado para oxidar piscinas desinfetadas com PHMB.
Todas as instalações

Concentração do ar acima da água da piscina Conforme necessário Semanalmente Determinado pela carga de banhistas, condições meteorológicas, etc.

Com Cloro
ANSI/NSPI Standard*1 Mínimo Ideal Máximo Algumas piscinas podem requerer oxidação diversas vezes por semana. A oxidação regular é recomendada para prevenir o acúmulo de contaminantes, maximizar a eficiência do desinfetante, minimizar o teor de loro combinado e melhorar a transparência da água. O cloro não deve ser utilizado para oxidar piscinas desinfetadas com PHMB.
NSPI-1
NSPI-4
NSPI-5
Conforme necessário Semanalmente Determinado pela carga de banhistas, condições meteorológicas, etc.

Cloro Combinado, ppm
NSPI-1
NSPI-4
NSPI-5
Conforme necessário Semanalmente Determinado pela carga de banhistas, condições meteorológicas, etc. Algumas piscinas odem requerer oxidação diversas vezes por semana.

A oxidação regular é recomendada para prevenir o acúmulo de contaminantes, maximizar a eficiência do desinfetante, minimizar o teor de cloro combinado e melhorar a transparência da água. O monopersulfato de potássio não deve ser utilizado para oxidar piscinas desinfetadas com PHMB. Com Peróxido de Hidrogênio (Água Oxigenada)

NSPI-1
NSPI-4 NSPI-5
Conforme necessário Semanalmente Determinado pela carga de banhistas, condições meteorológicas, etc. O Peróxido de idrogênio deve ser utilizado somente com desinfetantes à base de PHMB. Nunca deve ser utilizado em piscinas que utilizam cloro.

* 1 NSPI-1 2003 – Norma para Piscinas Coletivas
NSPI-4 2003 – Normas para Piscinas Residenciais Instaladas Acima do Solo
NSPI-5 2003 – Normas para Piscinas Residenciais
* 2 Principal ingrediente dos produtos OXIGENCO e TRATAMENTO SEMANAL GENCO
* 3 Órgão americano que aprova os produtos desinfetantes para uso em água e meio ambiente.
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